CADEIRA 3

ACADÊMICOSQUADRO ACADÊMICO

Roberto Schmitt-Prym

  Roberto Schmitt-Prym nasceu em 28 de maio de 1956, em Panambi, RS. Iniciou a carreira literária quando foi destaque no Prêmio Apesul Revelação Literária 1979 e depois no Prêmio Habitasul Correio do Povo Revelação Literária 1981.

    Em 2022 recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura pelo conjunto da obra.

    Livros publicados:
“Contos Vertiginosos”, 2015; “Outra e mais outra e mais outras vezes”, 2015; “Sombra silêncio”, 2018; “O bobo e os reis do baralho”, 2018; “O sacrifício da cavalaria”, 2018; “Onde o vento aumenta a sombra”, 2019; “Lugar algum”, 2020; “Shiki, inventor do haicai moderno”, 2021 (Prêmio Açorianos de Literatura); “Estranha paisagem”, 2021; "No meio do nada" (2023); "Poemas japoneses de morte", 2023 (Prêmio AGES, Livro do Ano).

    Traduções:
“Giacomo Joyce”, James Joyce, 2012; “Poemas das trilhas de Bashô”, 2020; “Ryôkan - Todos os haicais”, 2020;  “Três poetas em Minase”, 2022 e “Corvos na poesia de Kobayashi Issa”, 2022.

    Antologias:
“Contos de oficina 35”, 2005; “101 que contam”, 2004; “Brevissimos”, 2016; "Sem / Cem palavras”, 2018 e “Outras Sem / Cem palavras”, 2019; “Clarões manifestos”, 2022; “Oscilações de partida”, 2022.

    Bibliografia:
Eduardo Jablonski, “O belo na obra de Roberto Schmitt-Prym”, 2020.

   Como editor, recebeu os prêmios Açorianos e Jabuti. Publicou mais de quatrocentos títulos, de autores brasileiros e de dezenove outros países, pelas editoras Bestiário, Class, entre outras.

  Entre outras atuações, destacam-se os cargos de diretor da Associação Rio-grandense de Artes Plásticas Chico Lisboa; diretor da Bienal do Mercosul; Conselheiro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Diretor do Museu Julio de Castilhos.

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Academia Rio-grandense de Letras

PATRONOS

CADEIRA 25

Alberto da Costa Correa Leite

(por Walter Galvani)

Não era saudável ser poeta romântico no século XIX, mas de certo modo era assim que se afrontava o “establishment” e se atingia a sociedade através da sensibilização e da comoção: morria-se moço, como Castro Alves, mas sabia-se muito e se alcançava rapidamente uma grande cultura e se conquistavam as ferramentas para brilhar.

Alberto da Costa Correa Leite não fugiu à essa regra de ouro. Nasceu numa família dedicada à literatura e ao jornalismo, como poderia ser o título desta breve...

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