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2º Encontro do Colégio de Presidentes das Academias de Letras do RS

14 de novembro de 2016


No último sábado, dia 12 de novembro de 2016, às 15 horas, na 15h, na Sala “O Retrato” do Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo, dentro da programação da 62ª Feira do Livro de Porto Alegre, realizou-se o II Encontro do Colégio de Presidentes das Academias de Letras do RS.
O evento dá continuidade à política adotada pela Academia Rio-Grandense de Letras de assumir sua posição como líder das entidades culturais privadas do Estado.
Na reunião, que teve coordenação de Avelino Alexandre Collet (presidente da Academia Rio-Grandense de Letras) e mediação de José Carlos Laitano (vice-presidente da Academia Rio-Grandense de Letras), foram trocadas experiências entre os representantes dos sodalícios participantes e foi decidio que o 2º Congresso das Academias de Letras do Estado do Rio Grande do Sul deverá ocorrer em outubro de 2017.
Além da Academia Rio-Grandense de Letras, estiveram representadas a Academia Literária do Vale do Taquari, a Academia de Escritores do Litoral Norte, a Academia Passo-Fundense de Letras, a Academia Erechinense de Letras, a Academia Literária Feminina, a Academia Internacional de Letras, Artes e Ciências ‘A Palavra do Século XXI’ e a Academia de Artes, Ciências e Letras Castro Alves.
Logo após, acadêmicos e público em geral apreciaram as falas de Moacyr Flores e Hilda Flores sobre o contexto cultural de Porto Alegre no século XIX, sobre a inserção das mulheres nesse cenário, sobre o Parthenon Literário, sobre a história das academia de letras em nosso estado e sobre Dante de Laytano, um dos mais ilustres presidentes da Academia Rio-Grandense de Letras, responsável por revitalizar a entidade no final dos anos 70 e início dos anos 80. A matéria sobre esse evento está disponível no SITE DA FEIRA DO LIVRO. 
 
 
 

Academia Rio-grandense de Letras

PATRONOS

CADEIRA 25

Alberto da Costa Correa Leite

(por Walter Galvani)

Não era saudável ser poeta romântico no século XIX, mas de certo modo era assim que se afrontava o “establishment” e se atingia a sociedade através da sensibilização e da comoção: morria-se moço, como Castro Alves, mas sabia-se muito e se alcançava rapidamente uma grande cultura e se conquistavam as ferramentas para brilhar.

Alberto da Costa Correa Leite não fugiu à essa regra de ouro. Nasceu numa família dedicada à literatura e ao jornalismo, como poderia ser o título desta breve...

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